Alma gemea Um dos questionamentos mais complexos e íntimos do relacionamento humano é aquele proposto pelo casamento, ou seja, pela união de dois seres que procuram a felicidade - cada um a seu modo - e que pode ter um resultado especialmente gratificante ou desoladamente depressivo. O casamento oferece os extremos seja da felicidade que da servidão humana, com um maior ou menor grau entre esses dois pontos, muitas vezes permanecendo ‘no meio termo’. Mas será que essas uniões são predestinadas? Será que é necessário que um parceiro encontre a felicidade no casamento enquanto outro experimente somente a tragédia nessa mesma instituição? Em que condições - se elas existem - essas circunstâncias se baseiam? Quando o casamento é aconselhável ou desaconselhável? É possível determinar por antecipação se existe uma outra pessoa com a qual a felicidade seja possível, uma pessoa que realmente nos complete e nos proporcione a tão almejada felicidade? O que nos leva a procurar esse parcei...