terça-feira, 26 de maio de 2020

Torá Oral

 
A IMPORTÂNCIA DA TORÁ ORAL (para quem acha que só a Torá escrita vale): "Um não-judeu se dirigiu ao Sábio Shammaï e lhe perguntou: “Quantas Torás você possui?” -Duas, respondeu o Sábio, a Torá escrita e a Torá oral. -Eu quero me converter, disse ele, e aceitar integralmente a Torá escrita . Mas eu não posso acreditar em uma Torá que foi dada oralmente”. Quando Shammaï escutou essas palavras, ele o expulsou. O não-judeu se dirigiu ao Hillel e lhe apresentou o mesmo pedido: ele queria se converter ao Judaísmo sem aceitar o ensinamento oral. “Tudo bem, lhe disse Hillel. Sente-se que eu te ensinarei a Tora. Você tem que antes de tudo aprender o alfabeto hebraico”. Ele pegou um pergaminho, escreveu a letra Alef e disse ao homem seu nome. Depois ele escreveu um Beit, e lhe ensinou seu nome. Ele escreveu e ensinou mais duas letras, depois disse que a aula havia terminado e que ele deveria voltar no dia seguinte. Durante a manhã, o não-judeu sentou-se para aprender, e Hillel, mostrando o Alef, lhe disse: “Este é um Beit!” -Não, disse seu aluno. É um Alef! -Como é que você sabe? Lhe perguntou Hillel.Você está se apoiando no que eu te ensinei oralmente ontem! Se você acredita no meu ensino oral segundo o qual um Alef é um Alef, porque você não confia no meu ensinamento oral?” -O não-judeu compreendeu que o raciocínio do Hillel estava correto. Ele aceitou também a Tora oral e se tornou um guer tsedek" 

 (Midrash, Avot do Rabbi Nathan 15)







 
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